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Atividade na manhã desta quinta, no auditório da OAB, encerra capacitação permanente do Comad em Dourados
ASCOM/ Prefeitura de Dourados | 2 de dezembro de 2019 - 10h43

Comad encerra capacitação permanente

Com trabalho de apresentação de grupos, na manhã desta quinta-feira (28), o Comad (Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas) encerra mais um ciclo de capacitação permanente em Dourados. As atividades estão acontecendo no auditório da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), entre 8h e 11 horas.

No decorrer de toda a manhã, serão apresentadas as ações que cada grupo desenvolveu, como, por exemplo, as visitas às comunidades terapêuticas e a apresentação do projeto Tekoha Marane’y – aldeia sem males.

Participam grupos que irão abordar sobre ações da Secretaria de Municipal de Educação, Reforma Psiquiátrica, Consultório de Rua, para falar sobre o papel do Centro Pop e o papel do NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família) na prevenção as drogas e abordagem aos usuários e como está o funcionamento do CAPS ad em Dourados.

Também estará em debate a Portaria nº 336, de 19 de fevereiro de 2002, que dispõe sobre os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial), para atendimento público em saúde mental; além de grupos para falar sobre tratamento para usuários de drogas adolescente, redução de danos e internação compulsória e estratégias de saúde mental.

PALESTRAS

Foram sete as palestras que aconteceram durante a capacitação no decorrer do ano, abordando os mais variados temas, como, “Estrutura e funcionamento do Comad”?; “Legislação sobre Drogas”; “Codependência: a Saúde Mental da Família”?; “Dependência Química, Tipos de Tratamento, Legislação e Internação”?; “A Saúde Mental e as novas diretrizes da Política Nacional sobre Drogas”; “Drogas e Povos Indígenas”; e “Abordagem humanizada aos usuários de drogas”.

A coordenadora da capacitação, Talita Rolim, acredita que o Comad cumpre seu papel de oportunizar a formação e o fomento da discussão da temática da prevenção às drogas. “Com os conhecimentos dados, os participantes saem mais instrumentalizados para atuar de forma mais humana na abordagem ao usuário de drogas”, considera.

 
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