Redação | 8 de janeiro de 2019 - 11h02

Com municípios de MS, agronegócio vitamina crescimento do PIB

Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante fazem parte da relação de municípios que vêm alimentando o crescimento brasileiro no PIB (Produto Interno Bruto). O levantamento é do IBGE e envolveu os mais de cinco mil municípios brasileiros, destacando aqueles em que se registrou forte evolução nas regiões agrícolas.

De acordo com o IBGE, 82% dos municípios classificados como maiores produtores do agronegócio cresceram em média 4,4% ao ano entre 2014 e 2016. Quando isolados os 100 maiores produtores agrícolas, o crescimento médio foi de 9,81%, no período. Esses municípios respondem por 7,2% do PIB do país, e por 27,5% do Valor Bruto da Produção (VBP Lavouras).

O coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, José Garcia Gasques, combina as informações do IBGE com as da Produção Agrícola Municipal (PAM), referentes às lavouras permanentes e temporárias em 2017. “Trabalho semelhante a este, foi feito em 2016, quando verificou-se que as regiões produtoras agrícolas cresceram entre 2010 e 2013, o dobro da média do país”, lembrou.

PRIORIDADES - Com base nesses dados, a ministra Tereza Cristina, de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, ganha mais um contexto estatístico para municiar os seus propósitos de potencializar o sistema produtivo nacional fomentando e fortalecendo investimentos e mecanismos de produção em regiões vocacionadas para as atividades do agronegócio.

Esta é uma das tarefas centrais designadas, em suas especificidades, ao corpo de assessores escolhidos pela ministra, especialmente os secretários de Política Agrícola,  Eduardo Sampaio Marques; de Defesa Agropecuária, José Guilherme Tollstadius Leal; de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior; de Agricultura Familiar e Cooperativismo, Fernando Henrique Kohlmann Schwanke; de Comércio e Relações Internacionais do Agronegócio, o embaixador Orlando Leite Ribeiro; e de Assuntos Fundiários, Nabhan Garcia.

"Um só ministério olhará com igual destaque para todos os produtores”, repete a ministra desde sua posse.

“A agricultura familiar terá integral apoio de nossas áreas de inovação, pesquisa, assistência técnica e extensão”, pontua, enfatizando a urgente necessidade na titulação de terras, "pois o cenário atual implica absoluta insegurança jurídica e impede acesso aos recursos de crédito, inviabilizando a produção e determinando subordinação aos programas sociais”.

 

 
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