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Passageiros se apertam para pegar ônibus
REDAÇÃO | 16 de maio de 2019 - 15h16

Transporte coletivo: comunidade não será prejudicada, diz Marquinhos

Prefeito lamenta, mas não abre mão de enquadrar empresas que não cumprem acordo

As condições do contrato de concessão para explorar o serviço de transporte coletivo em Campo Grande são bem claras e objetivas – e caso não sejam cumpridas, causando prejuízos à população, a concessionária está sujeita às penalidades previstas, entre as quais o pagamento de multa.

Esta é, em resumo, a posição do prefeito Marquinhos Trad (PSD) sobre as providências que lhe competem para “defender e garantir, acima de tudo, os interesses e os direitos das pessoas que utilizam o transporte coletivo”. Ele reafirmou nesta quinta-feira, 16, que apenas cumpre a sua parte no caso de o Consórcio Guaicurus ser multado em cerca de R$ 2,7 milhões se não renovar a frota e trocar 48 veículos com tempo de uso vencido.

Oferecer ônibus novos e confortáveis não é nenhum luxo. Trata-se da segurança de seres humanos, não só quanto ao risco de acidentes, mas para o cumprimento de seus compromissos de trabalho, de lazer, de saúde, de educação. Sem o transporte coletivo, que é um serviço essencial, a grande maioria da população fica privada do direito de ir e vir, tem prejuízo extra porque fica obrigada a sacrificar suas economias para procurar outros meios de locomoção, como táxis e aplicativos. 

Com esse raciocínio, o prefeito lamenta decisões drásticas, porém entende que está em jogo uma questão fundamental para a cidadania. A Agência Municipal de Regulação dos Serviços Publicos (Agereg) vinha trabalhando somente com a expectativa de um entendimento e que as empresas cumprissem sua parte no contrato. No entanto, com o prazo de troca dos ônibus vencendo hoje (quinta-feira), cresceu a possibilidade de ser aplicada a multa. 

 
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