10 de março de 2018 - 07h20

Política de inclusão é o empoderamento, diz Tatiana Trad

Comemorar o Dia Internacional da Mulher é quase uma obrigação saudável de todas as pessoas e instituições, porque atesta a importância da presença feminina nos destinos da humanidade. Porém, é na prática do dia-a-dia e no comprometimento das políticas publicas de inclusão que se manifesta concretamente o reconhecimento ao papel e aos direitos de pessoas que ainda não alcançaram as condições fundamentais de cidadania.

            Esta é a avaliação objetiva de Tatiana Trad, primeira-dama de Campo Grande e presidenta do Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), ao analisar o foco humanista da gestão da cidade. Para ela, o empoderamento feminino só existe mesmo a partir do momento em que a mulher recebe da sociedade e do poder publico o atendimento e o atendimento a suas necessidades essenciais, para ter acesso à cidadania e, assim, ocupar os espaços sociais, econômicos e políticos que ainda não a incluíram.

As afirmações de Tatiana marcam o mês de março, dedicado às mulheres, e são endossadas pela vice-prefeita, Adriane Lopes, com a adesão das lideranças e dirigentes de diversos segmentos sociais que participaram do encontro realizado na quarta-feira, O objetivo: reforçar os compromissos do Projeto “Mulheres por Amor a Campo Grande”, idealizado pelo FAC, tendo à frente a primeira-dama e a vice-prefeita, com a atuação decisiva de líderes femininas em diversos segmentos.

 Com os projetos e ações sociais da administração do prefeito Marquinhos Trad (PSD), o projeto quer ampliar os atendimentos em relação a 2017, quando cerca de 20 mil pessoas foram beneficiadas. Segundo Tatiana, a expectativa é que este ano sejam atendidas 50 mil campo-grandenses em mais de 10 programas que envolvem espaços e atividades de escolas, parques, centros comunitários, comunidades carentes e ainda eventos como a Feijoada do FAC e a retomada da Cidade do Natal.  

Tatiana lembra que o resgate da Feijoada do FAC foi de extrema importância no fortalecimento das políticas de inclusão social. O evento, que há anos não era mais realizado, votou ao calendário humanista da cidade nesta gestão e em 2017 reuniu mais de 1.200 participantes empenhados em levar atenção e artigos de necessidade a lares excluídos, com a arrecadação de mais de 10 mil agasalhos e cobertores.

Também destacam-se nesse contexto outros projetos  O“Mesa Mais Verde – Hortas Comunitárias”, desenvolvido na Incubadora do Bairro Santa Emília, levou à mesa da comunidade legumes e verduras juntamente com treinamento e capacitação. O projeto “Caixa do Bem”, que é produzido em parceria com a iniciativa privada, faz a coleta de roupas, calçados e cobertores em órgãos públicos e empresas particulares para abastecer as casas de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade.

De acordo com Tatiana, o projeto “Mulheres por Amor a Campo Grande” dá a resposta ao apelo inclusivo da sociedade. “Conseguimos beneficiar muita gente no ano passado. Entretanto, é preciso fazer muito mais. O projeto não é de uma gestão ou de um governante, mas sim de um Município que acredita nos seus moradores e olha de frente para seus problemas com a decisão concreta de buscar solução, de atender as necessidades prioritárias”, enfatizou.

O prefeito Marquinhos Trad elogiou a determinação da equipe da Prefeitura, voluntários e participantes dos projetos, salientando que sem essa mobilização tantas conquistas não seriam atingidas. E agradeceu: “Vocês levaram alento para quase 20 mil famílias. Essas 20 mil famílias que vocês não conhecem o rosto, não sabem aonde moram, não sabem o sobrenome, receberam sua ajuda. Cada uma teve momentos de alegria que muitas vezes não têm durante o ano. Neste sentido a  gente pede a vocês que se multipliquem, pois assim humanizam o crescimento da cidade, levando amor e dignidade a todos os lares”.

A pauta de ações e projetos da política publica de inclusão em Campo Grande inclui outras iniciativas, como o curso de produção de ovo de páscoa, que no ano passado mobilizou mais de 300 mulheres e este ano deve dobrar de participantes, e a escola de balé, iniciada no Parque Jacques da Luz com 150 meninas.

 

 
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