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Logo na sequência foi realizada passeata
TERO QUEIROZ | 15 de maio de 2019 - 10h27

Manifestação fecha Avenida em ato de protesto contra corte na educação

Aproximados mil e duzentos alunos protestam esta manhã em frente a UFMS

O protesto de alunos, professores e órgãos que representam as classes estudantis em Campo Grande, começou as 8h desta quarta-feira (15). Sob gritos de apelo aos representantes políticos, ouvia-se e via-se claramente a insatisfação com a administração federal de Jair Bolsonaro (PSL). "O Bolsonaro seu 'facistinha', os estudantes vão botar você na linha", som esse que era repetido por uma multidão de manifestantes, apoiados ao microfone do trio elétrico da Federação de Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems). 

Os manifestantes protestam contra o bloqueio de verbas nas universidades e institutos federais do país, anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) no último mês. A paralisação faz parte de mobilização nacional que acontece simultaneamente em todo país. 

Além do trio elétrico, bandeiras, cartazes e palavras de ordem contra o presidente Bolsonaro e a reforma da previdência, manifestantes fecharam parcialmente faixas da Avenida Costa e Silva, em frente a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). O trânsito chegou a ser completamente fechado por cerca de 30 minutos. 

De forma organizada e pacífica, estudantes faziam panfletagem para informar a população sobre a situação das universidades. Logo em seguida, por volta das 10h foi iniciada uma passeata que seguirá até o terminal Morenão.  

Inicialmente viam-se ocupando a Costa e Silva, cerca de 400 pessoas, já no início da passeata o número era de aproximados mil e duzentas pessoas. Dados que ainda não foram confirmados pela Polícia Militar, que faz a segurança do local. 

Conforme a Fetems, representada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinted), servidores e membros do sindicato de Três Lagoas, Corumbá, Coxim, Aquidauana, Ponta Porã, Nova Andradina, Naviraí e Sidrolândia também apoiam o devem se ajuntar ao grupo. Alunos estão acampados ao redor do Campus, o silêncio destes geram um manifesto dolorido que comove quem passa pelo local. 

 
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