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Redação | 9 de janeiro de 2019 - 11h38

Com Riedel, ambiente político na governança tem dinâmica renovada e eficiente

A reforma administrativa do governador Reinaldo Azambuja (PSDB)
começou a ser implementada no primeiro dia de seu novo mandato e em
menos de duas semanas os resultados já estão aparecendo.

Apesar dorecesso parlamentar e forense, os diversos setores do Executivo
funcionam regularmente e agora com mecanismos aprimorados em relação
ao primeiro mandato, com sistemas de atendimento, intermediação e de
resolução para cobrir com agilidade e eficiência as demandas que
exigem intervenção da secretaria de Governo e Gestão Estratégica
(Segov).

Conduzida com a serenidade e o olhar cirúrgico de Eduardo Riedel, a
Segov já havia realizado de 2015 a 2018 o processo inovador e pioneiro
de sistematização horizontal para acolher, avaliar, encaminhar,
monitorar e potencializar respostas e providências relacionadas ao
desempenho funcional da máquina e expectativas do publico externo.
Nesse período, Azambuja confiou a Riedel e à sua equipe a
responsabilidade de dar corpo, conteúdo e produção aos princípios e
valores estabelecidos nas diretrizes de gestão estratégica.


Assim, Azambuja solicitava "valores que incluam a mobilização e a
participação das pessoas na condução das políticas de governo, para
melhoria das suas condições de vida; a integração das ações; relação
harmônica e produtiva com os poderes constituídos", conforme alinham
as diretrizes da Segov. Em função desse item foi que o Governo criou a
Gestão para Resultados (GpR), com três eixos principais: aprimorar o
desempenho do governo em seu processo de criação de valor e de
produção de resultados; otimizar o sistema de prestação de contas
perante a sociedade e a transparência de sua atuação; e implantar
sistemas de condução e gestão responsável que promovam a otimização
contínua do desempenho dos servidores públicos como ferramenta-chave.
Não poderia ser mais precisa e providencial a encomenda.

 No final do ano passado, o balanço do desempenho da Segov foi apresentado por
Riedel, evidenciando alguns avanços excepcionais, como mais de 65% dos
contratos de gestão cumpridos pelas secretarias (dos quais, com índice
de 90,2% em 2018). Agora, e diante de um cenário que ainda é de
dificuldades, o trabalho estratégico impõe redobradas inteligência,
sensibilidade e paciência para definir metas pontuais e gerais e suas
respectivas escalas em curto, médio e longo prazos para alcance de
resultados.


É com essa consciência que o secretário Eduardo Riedel conduz a
moderna ferramenta em que se transformou a Segov. Deixa de ser uma
sala de despachante para a política menor e se redimensiona em seus
mais amplos objetivos, desde a governabilidade até à própria
autocrítica governamental de desempenho no cumprimento de metas e na
qualidade do atendimento que presta aos diferentes interlocutores que
o procuram.

 
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