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TERO QUEIROZ* | 31 de maio de 2019 - 08h40

"Bicho papão" do governo Bolsonaro cresce e atinge 13,2 milhões de pessoas, diz IBGE

Bolsonaro tenta agradar Trump, fica mal com a China e IBGE mostra realidade do povo brasileiro

O cenário trágico em que se encontra o governo de Jair Bolsonaro (PSL) é ainda mais visível pelos brasileiros, após pesquisa divulgada hoje (31), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), onde é revelado que o desemprego no país foi de 12,5%, em média, no trimestre encerrado em abril. O índice subiu em relação ao trimestre anterior, de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12%). Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado (12,9%), o resultado apresentou baixa.

Fazendo uma alusão metafórica as histórias infantis, o "bicho papão" que age naturalmente contra o governo parece ser imbatível. O cenário se agrava ainda mais, após declarações de Bolsonaro contra a China, maior parceiro comercial brasileiro, isso Bolsonaro fez para satisfazer o "tio San", Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que segue mergulhado em investigações sobre sua eleição. 

Em entrevista na noite de ontem (30), ao programa de Danilo Gentili no STB, o presidente tocou em temas de armamento civil e tantos outros, enquanto isso, o "bicho papão" de seu governo continuava  a assombrar os lares dos brasileiros que votaram em Bolsonaro esperando mudanças.  

Votando a pesquisa, segundo o IBGE, o número de desempregados no Brasil foi de 13,2 milhões de pessoas. Isso representa alta de 4,4% em relação ao trimestre anterior (12,6 milhões). Na comparação com o mesmo período de 2018, a variação foi considerada estável (13,4 milhões).

Os dados divulgados pelo IBGE fazem parte da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua. A pesquisa não usa só os trimestres tradicionais, mas períodos móveis (como fevereiro, março e abril; março, abril e maio etc.).

METODOLOGIA DA PESQUISA 

A Pnad Contínua é realizada em 211.344 casas em cerca de 3.500 municípios. O IBGE considera desempregado quem não tem trabalho e procurou algum nos 30 dias anteriores à semana em que os dados foram coletados.

Existem outros números sobre desemprego, apresentados pelo Ministério da Economia, com base no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os dados são mais restritos porque consideram apenas os empregos com carteira assinada.

(Com Reuters e UOL)

 
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