12 de julho de 2018 - 13h39

André quer retomar programas culturais extintos em MS

“Vamos retomar os programas culturais que foram extintos em Mato Grosso do Sul e voltar a fazer da inclusão cultural um dos destaques da nossa administração”. A afirmação é do ex-governador e pré-candidato do MDB ao governo do Estado, André Puccinelli.

Com investimentos nas mais diversas manifestações artísticas e culturais do povo sul-mato-grossense, o então governador André Puccinelli fez da produção cultural uma atividade econômica que gerou empregos para artistas, produtores e outros profissionais.

Depois de 50 shows com artistas de destaque nacional e regional, público de mais de 2,3 milhões de pessoas, um dos programas mais emblemáticos, o MS Canta Brasil, foi extinto pela atual gestão em 2015.

“Quando criamos o MS Canta Brasil, o Som da Concha, o Cena Som, entre outros pensamos em criar um circuito cultural que pudesse juntar famílias e oferecer uma programação atrativa para os finais de semana da população”, comenta André Puccinelli.

Durante o governo de André Puccinelli, o Estado participou de 40 feiras nacionais de artesanato, financiou 440 projetos culturais e 200 títulos de autores regionais através do FIC (Fundo de Investimentos Culturais), doou 250 mil livros para escolas, bibliotecas e instituições culturais e 2500 instrumentos para 141 corporações musicais.

O Circuito Sul-mato-grossense de Teatro, criado na gestão de André, promoveu 235 espetáculos. O projeto Rota Cine levou o cinema para 90 mil pessoas em 36 municípios, o Circuito Dança no Mato fez 235 apresentações em 32 municípios, o Museu de Arte Contemporânea realizou 32 temporadas com 113 exposições de artes e mais de 200 cursos de capacitação.

“Basta elencar todas as nossas iniciativas para perceber que sempre tivemos um olhar especial para a cultura em nosso Estado. Passamos por duas crises e ainda assim aumentamos, por exemplo, em 900% os recursos investidos na cultura por meio do FIC. Passamos dos R$ 500 mil para R$ 5 milhões destinados todos os anos à produção cultural”, finalizou André.

 
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