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TERO QUEIROZ | 13 de maio de 2019 - 11h50

Juíza que condenou Lula, diz que se fosse presidente indicaria Moro ao STF

A declaração foi feita hoje durante palestra em Curitiba

A juíza substituta da 13ª Vara Federal de Curitiba, Gabriela Hardt, que expediu a condenação do ex-presidente Lula no processo do sítio de Atibaia (SP), disse hoje (13), que "se fosse presidente", indicaria o ex-colega Sergio Moro, à uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). 

Em um congresso hoje, em que Moro também palestrou a alunos de Direito em Curitiba, Gabriela fez elogios ao trabalho de Moro e disse que ele demonstrou competência para sentar em uma cadeira no supremo. 
Outro defensor de Moro no supremo foi o relator da Lava Jato no Tribunal Regional Federal da 4ª instância no caso triplex de Guarujá (SP). 

O relator disse, "já demonstrou suas qualidades [Moro]" para ocupar a cadeira no STF.

Jair Bolsonaro disse no domingo (12), que tinha assumido compromisso de indicar Moro ao cargo, no entanto foi desmentido pelo próprio agora Ministro da Justiça. 

A discussão da vaga está em voga, pois o primeiro ministro do Supremo decano Celso Mello, que cumpre 75 anos, deve deixar o cargo devido a obrigatoriedade de essa idade se a data limite à aposentadoria, a data final será em novembro de 2020. No ano seguinte 2021, Marco Aurélio Mello também deve se aposentar. 

Ainda durante a palestrar a juíza Hart, disse ter usado como modelo o processo de Moro, para condenação de Lula, e afirmou ser um procedimento natural e que por isso deixou passar alguns erros. 

"É desnecessário começar uma sentença do zero, sempre fazemos em cima de outra", justificou a juíza. Na sequência Hardt, afirmou estar tranquila quanto a decisão.

 
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