Página Brazil/ Reproduzido por Tero Queiroz | 20 de novembro de 2018 - 08h15

Guerra de facções e 'Tribunal do Crime' foram causas para jovem ser carbonizado

Havia um fio ao redor do pescoço e a possibilidade da vítima ter sido estrangulada e teve o corpo desovado

Paulo Henrique da Silva, de 18 anos, e Fernando Barbosa da Silva de 29 anos, foram presos sob suspeita de envolvimento no caso de um rapaz, identificado como Edgar Nunes da Silva, de 22 anos, encontrado morto carbonizado dentro de um Fiat Uno, na manhã deste domingo (18), em estrada vicinal, que fica no prolongamento da Rua Elias Catan, no Jardim Anache, em Campo Grande.

O delegado Antônio Ribas Jr., plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) Centro, também esteve no local. Com a perícia, foi apurado que havia um fio ao redor do pescoço e a possibilidade da vítima ter sido estrangulada e teve o corpo desovado no endereço onde foi localizado. Os suspeitos eram conhecidos da vítima.

Edgar estaria recebendo ameaças dos autores depois de postar no Facebook uma foto em que fazia alusão ao Comando Vermelho.

Na última sexta-feira (16), Edgar teria ido até a casa de Paulo para tentar resolver o problema, mas quando chegou na residência no bairro Tarsila do Amaral acabou sendo amarrado e julgado pelo ‘Tribunal do Crime’ do PCC.

Ele foi executado na casa a mando de presidiários da Máxima e teve o corpo queimado dentro do carro, que foi abandonado na região do bairro Nova Lima.

Paulo e Henrique estão presos e a polícia procura por mais dois homens que estariam envolvidos no assassinato.

 
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