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Blog da Saúde | 13 de maio de 2019 - 17h39

Médicos-veterinários fazem parte do grupo prioritário da vacina da gripe

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe começou no dia 10 de abril e seguirá até 31 de maio. Neste ano, foram convocados 58,6 milhões de pessoas que integram os grupos prioritários para receber a vacina da gripe.

Fazem parte do público-alvo da campanha: trabalhadores de saúde; povos indígenas; puérperas (mulheres até 45 após o parto); idosos (a partir dos 60 anos); professores, pessoas portadoras de doenças crônicas e outras categorias de risco clínico, população privada de liberdade, incluindo adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medida socioeducativa, e funcionários do sistema prisional, além das gestantes e crianças de seis meses a menores de seis anos (5 anos, 11 meses e 29 dias).

Apesar de muitas pessoas associar o trabalho do médico veterinário apenas aos animais, eles são profissionais da área saúde, portanto, estão entre o público destacado para tomar a vacina contra a gripe.

De acordo com a Resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS/MS) n.287, de 08 de outubro de 1998, a Medicina Veterinária faz parte do rol de profissões da área de saúde, ao lado de assistentes sociais, biólogos, biomédicos, profissionais de educação física, enfermeiros, farmacêuticos fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, nutricionistas, odontólogos, psicólogos e terapeutas ocupacionais.

É importante destacar que os veterinários trabalham em diferentes áreas, inclusive, em atividades relacionadas à vigilância epidemiológica e sanitária, ou seja, também fazem parte do grupo considerado suscetíveis à doença.

O Ministério da Saúde ressalta a importância e a necessidade da vacinação desses profissionais, tendo em vista, que a origem das gripes suínas e aviárias, que podem colocar em risco a saúde do profissional.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

A vacina contra gripe é segura e é a intervenção mais importante para evitar casos graves e mortes pela doença.

A produzida para 2019 teve mudança em duas das três cepas que compõem a vacina, e protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS: A/Michigan/45/2015 (H1N1) pdm09; A/Switzerland/8060/2017 (H3N2); B/Colorado/06/2017 (linhagem B/Victoria/2/87).

 
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