Tero Queiroz | 8 de Janeiro de 2018 - 12h39

Fenômeno que não é visto a 150 anos acontece em 31 de janeiro com a lua

"O satélite se mostrará como superlua, lua azul e lua de sangue"

A noite do dia 31 de janeiro terá um céu diferente. Três acontecimentos lunares que não eram vistos juntos há 150 anos se mostrarão para os amantes da lua. O satélite se mostrará como superlua, lua azul e lua de sangue. O último fenômeno terá melhor visualização apenas na faixa entre o oeste da América do Norte, passando pelo Oceano Pacífico até o leste do continente asiático. A informação é da revista Superinteressante.

A superlua acontece devido à órbita elíptica da lua em torno da Terra. Pelo o satélite não fazer uma volta circular, em alguns momentos, esse se encontra mais perto ou mais distânte do planeta (os chamados apogeu e epigeu, respectivamente). Quando a lua se encontra em epigeu, ela se mostra maior e mais brilhante para quem a observa da Terra, ganhando esse nome. A primeira superlua de 2018 pôde ser vista já no dia 1º.

A lua azul não é um fenômeno propriamente astronômico. Na verdade, ela se dá devido a uma diferença entre o calendário gregoriano e o calendário lunar, já que os meses geralmente tem 30 ou 31 dias e o ciclo da lua dura apenas 29,5. A lua azul se dá quando duas luas cheias acontecem em um mesmo mês %u30FC não, a lua não fica realmente azul.

A lua de sangue já é um fenômeno mais raro, que se dá quando acontece um eclipse total da lua, ou seja, quando a Terra fica exatamente entre o sol e a lua, dando ao satélite uma aparência avermelhada. Em setembro de 2015, pôde ser vista no Brasil a última combinação entre lua de sangue e superlua. 

Para quem não se encontra em locais que será possível observar o fenômeno completo, diversos sites de  streaming devem transmitir, ao vivo, o acontecimento.

 
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